• Violino Barroco

    Iniciou seus estudos musicais no Conservatório Municipal de Pernambuco em flauta doce, violino e piano. Posteriormente ingressou na Escola Municipal de São Paulo onde foi aluna de Márcia Fukuda.

    Na Universidade Estadual de Campinas após cursar o Bacharelado em Ciências Biológicas ingressou em 2002 no curso de Bacharelado em Música.

     

    Iniciou os estudos de Violino Barroco nos Festivais Internacionais de Música Antiga de Juiz de Fora (com Luis O. Santos) e Curitiba (com Manfred Kraemer).

     

    Foi membro da Armonico Tributo (direção de Edmundo Hora), da Orquestra Barroca do Mercosul (direção de Cristina Banegas), da Remix Orquestra Barroca da Casa da Música (Porto - PT), e de diversos grupos instrumentais com os quais se apresentou na Alemanha, Espanha, Portugal, Holanda e Coréia do Sul.

     

    Foi membro da orquestra da Academia Barroca Européia de Ambronay na França em 2004 (dirigida por Christophe Rousset), e em 2005 foi spalla dos segundos violinos (sob a direção de William Christie). Em 2006 concluiu o Bacharelado em Violino Barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda) onde foi aluna de Ryo Terakado.

     

    Fez parte da Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, da Den Haag Baroque Orchestra (ambas sob direção de Luis O. Santos), da Companhia de Música (direção de Cláudio Ribeiro), e fundou o Affetti Musicali, grupo de câmara barroca que reune dança e música barroca.

     

    De retorno ao Brasil, vem colaborando ativamente em diversos projetos de música antiga: EMESP (Acis e Galatea/2010, e Concertos Brandeburgueses/2011), Festival de Música Barroca de Acântara (2011), Semanas de Música Antiga da UFMG (2007/2009/2011), UFPR (Didon/2011), UNICAMP (Dido e Eneas/2009), grupo Audi Coelum  (direção Roberto Rodrigues, desde 2007), Ars Nova (2013 / 2015).

  • Dança Barroca 

    Raquel Aranha estudou Dança Barroca sob orientação de Maria Angard Gaur (Holanda, 2004 - 2006), Christine Bayle (França, 2005 - 2006), Cecília Gracio Moura (2005 - 2006, 2014 - 2015), Ana Yepes (2014 - 2015) e Guillaume Jablonka (2014 - 2015).

     

    Vem oferecendo diversos cursos de Dança Barroca nos principais eventos de música antiga do país - Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (2007 - 2012), Semana de Música Barroca da UFMG (2008 - 2009), Encontro de Música Antiga de Olinda (2009/2010/2011), Oficina de Música de Curitiba (2010 - 2011), bem como promoveu cursos e palestras em diversas universidades brasileiras (UNICAMP, UNICSUL, UEA, USP, UNESP,  UDESC, UFPE, UFPR, UFRJ, UNB, UFG, UFU).

     

     

    Em 2010 apresentou o projeto com danças da renascença, "O Som da Canção", junto ao coral do SESC Vila Mariana.

     

    Com Osny Fonseca, apresentou o projeto "Les Plaisirs du Roi, danzas de la corte" em 2010 no Uruguai (Universidad Católica do Uruguai/ Montevideu, Colonia Del Sacramento e Punta Del Este), o qual foi realizado também no I Festival de Música Barroca de Alcântara (Dezembro de 2011).

     

     

    É uma das fundadoras do Grupo Ibero-Americano de Estudos de Danças Antigas (Brasil/Portugal), que abriu o I Encontro de Jovens Musicólogos em Lisboa, em 2012.

     

    Em 2016 fez parte da coordenação e realização do projeto "Sentidos do Barroco: outras direções, outras lógicas, outros gestos", como parte das atividades do Festival FranceDanse 2016, com atividades realizadas no CPF SESC (SP) e no CRD (SP). Equipe: Ana Teixeira, Clara Couto, Osny Fonseca e Raquel Aranha.

  • Choro e Rabeca

    Raquel Aranha teve seu primeiro contato com as rabecas brasileiras através do músico José Eduardo Gramani. Passou a incluir a rabeca em suas apresentações de Choro, na Holanda e no Brasil.

     

    Organizou o "Gramaniando", em 2006 (Holanda) para divulgar a rabeca brasileira e as obras de Gramani junto aos músicos Frouke Mooj (rabeca), Cláudio Ribeiro (cravo), João Lobo (percussão) e Inês D'Avena (flauta).

    Em 2008, em homenagem aos 10 anos de morte de Gramani, organizou o "Gramaninando" na Universidade Estadual de Campinas, em que se apresentaram os músicos Paula Ferrão (rabeca), Alexandre D' Antonio (rabeca), Eduardo Lobo (violão), Lucas Rosa (percussão), Osny Fonseca (cravo), Patricia Gatti (cravo) e Ana Salvagni (voz).

    Vem pesquisando e colecionado rabecas de Paranaguá, Alagoas, Pernambuco e São Paulo, e em 2011 formou o duo "Duodora" com Paula Ferrão,  com quem divulga um repertório de duos de rabeca, de autoria de José Gramani.

     

    Para divulgar o Choro formou na Holanda, em 2005, o grupo AUÊ junto aos músicos portugueses de jazz Rui Silva (guitarra), Francisco Medina (guitarra), Paulo Temeroso (clarinete) e João Lobo (percussão), realizando concertos na Holanda onde pôde divulgar a rabeca brasileira de Nelson da Rabeca e o bandolim.

    Desde 2006 faz parte do Clube do Choro Pixinguinha (São José dos Campos), onde toca bandolim.Frequentou a Oficina de Música de Curitiba na classe de bandolim de Jorge Cardoso (2011), Rodrigo Lessa (2013), e Carrrapicho Rangel (2015).

     

    Em 2013 foi aluna da Escola Portátil de Música(RJ) na classe de Pedro Amorim, e participou da II, III  e VI Semana Seu Geraldo na classe de Pedro Aragão (2012/2013) e Marcílio Lopes (2016).

     

    Em 2014 realizou a Homenagem aos Chorões de S.J.Campos, e idealizou o grupo DUAS e DOIS em Paris junto com Soumia El Ghazouani (Pandeiro), Jerome Silva (Sete cordas) e Laurent  Yin (Cavaquinho). https://www.facebook.com/DUASeDOIS.choro/

  • Estudos Acadêmicos

    Em 2010 concluiu o Mestrado em Musicologia na UNICAMP, sob orientação de Paulo M. Kühl, onde desenvolveu pesquisas sobre os balés nas Óperas de Portugal do século XVIII. (http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000778945).

     

    No campo da musicologia lusófona, faz parte do "Caravelas - Núcleo de Estudos de História da Música Luso-Brasileira" (http://www.caravelas.com.pt/).

     

     

    Em 2016 finaliza o Doutorado na mesma universidade, com a pesquisa Apelles et Camaspe, balé-pantomimo de Noverre (1776): dança, libreto e música, a qual abrange pesquisas sob orientação de Raphaëlle Legrand (Sorbonne/Paris IV) em 2014-2015.

     

    Na área de Musicologia Patrimonial, concluiu em Maio de 2012 o curso de 'Musicología para la Protección y Difusión del Patrimonio Artístico Iberoamericano', realizado na Real Academia de Bellas Artes de San Fernando (Madri).

     

    http://lattes.cnpq.br/3832874337219341

  • Caligrafia

    Cursou aulas de Calligraphie e Enluminure oferecidas pelos Archives Nationales de Paris (2014 - 2015).

     

    Atualmente desenvolve pesquisa sobre a relação entre a caligrafia, a dança e a música do século XVIII.

  • Instagram

©2019 por Raquel Aranha